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Anna Costa St

Com formação em Fashion Industry/Consultoria de Imagem pelo Atelier Styling Project by Pedro Crispim, aqui apresentarei diversos looks, sugestões e serviços de forma a melhorar o vosso look em diversas situações

Anna Costa St

Com formação em Fashion Industry/Consultoria de Imagem pelo Atelier Styling Project by Pedro Crispim, aqui apresentarei diversos looks, sugestões e serviços de forma a melhorar o vosso look em diversas situações

14
Out19

Kiabi Fashion Week


Pois é, foi este fim de semana 12 e 13 de Outubro, que se realizou o Fashion Week na Kiabi do Centro Comercial UBBO.

Foi com grande satifação que aceitei o convite e o desafio do meu querido amigo Pedro Crispim https://www.instagram.com/pedro.crispim/?hl=pt, para o acompanhar nesta experiência de vestir e partilhar sentimentos com pessoas reais e não apenas manequins, ou personalidades como se pauta este meio.

Entre choro, abraços, beijinhos e fotografias, muitas foram as senhoras e um senhor que tiveram a oportunidade de seguir os conselhos e sugestões do "Guru da Moda" Pedro Crispim.

A equipa da Kiabi, recebeu-nos da melhor forma possivel, trataram-nos sempre com muito cuidado e atenção, nada nos faltou.

Uma coisa é certa, a https://www.kiabi.pt/ tem moda acessível a todas as bolsas e para a família toda, sempre a acompanhar as tendências da moda, acreditem a qualidade versus preço é bastante convidativa.

Parabéns Kiabi!!!

Parabéns Pedro Crispim!!!

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02
Out19

Porquê???


E de repente parece que tudo se volta a desmoronar...

O meu Mundo está virado do avesso, sinto-me a regredir a cada dia que passa, a medicação tem vindo a ser ajustada, mas Eu sinto-me cada vez mais perto de onde já estive. Bem lá no fundo, sem ânimo e sem vontade para nada, nada.

As noites voltaram a ser perdidas por completo, voltei a não conseguir desligar o switch e dormir está difícil. Falando de uma forma mais clara, sinto que anda qualquer coisa em obras dentro de mim, não desligo.

Nunca achei que seria fácil recuperar, mas tentei sempre ser positiva, que era apenas uma fase e que passava tudo, mas caramba, 11 meses passaram e sinto-me a enfraquecer.

Aos poucos começo a fechar-me de novo no meu Mundo, e só me apetece estar sózinha. 

É na Família que mais penso a cada dia que passa, não fosse o apoio e suporte que sempre tive.

Não fosse o Amor ao desporto e o esforço que tenho feito por mim, e acho que estaria bem pior. Nas minhas corridas penso em tudo e em nada, no ginásio descarrego até atingir o meu limite. Mas caramba, eu já só queria voltar a ser o que era.

O meu Filho precisa de mim e eu não posso falhar, por ele quero recuperar a 100% para lhe poder dar todo o apoio que precisa e acompanhamento nesta nova fase escolar.

Maldita doença silenciosa... 

28
Set19

24 de Setembro de 2009


Foi sem dúvida o dia mais importante da minha vida.

O Dia em que me tornei Mãe!

Foste um menino muito desejado, e muito amado desde o primeiro dia em que fiz o teste. Não tendo sido uma gravidez calma e tranquila como se esperava, pelo menos até aos 3 meses de gestação, a partir daí tudo mudou e vivemos inteiramente um para o outro.

Conversava muito contigo, adorava estar com a mão na minha barriga, e quando conduzia, só acalmavas com a minha mão na barriga. Ou seja uma no volante e outra na barriga, que nenhum agente da polícia nos leia, lol.

Foram 38 semanas no forninho até que te tive nos meus braços às 11:28 de 24 de Setembro de 2009, uma quinta-feira.

Foste sempre um bebé calmo, tranquilo, e para inveja de muitas mães, dormias 12 horas por noite, e ainda hoje.

E de repente, o tempo passou depressa demais, entraste oficialmente nos 2 dígitos, com a tua alegria e pressa de viver.

O que mais desejo é que tenhas um futuro risonho e que chegues sempre onde ambicionares.

Amo-te Muito Meu Amor

Felizes 10 anos!!!

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11
Set19

Bebedouros


Passeio Marítimo de Algés…

Organizado, limpo, com bastante espaço quer para a prática desportiva, quer para as famílias passearem ao fim de semana, andarem de bicicleta, de patins, enfim para relaxar.

Curioso é que num percurso de quase 5Km não há nenhum, sim nenhum bebedouro, entenda-se entre a dita área onde se realiza o Nos Alive até há estação de Paço de Arcos. No percurso entre Paço de Arcos e a praia de Caxias, na zona do Restaurante Golfinho, há apenas um bebedouro.

Portanto, quase 10Km sem água, para os utilizadores se poderem hidratar.

Não sei a quem compete, se à Câmara Municipal de Oeiras www.cm-oeiras.pt/pt/Paginas/default.aspx se ao Porto de Lisboa www.portodelisboa.pt/portal/page/portal/PORTAL_PORTO_LISBOA , a verdade é que não basta limpar, alcatroar e desbastar o mato. 

Eu considero muito importante, até porque correr, com uma garrafa  de água na mão é difícil.

Sei que não chegará a quem de direito, mas a minha indignação posso sempre expressá-la. Se todos nos indignarmos e nos fizermos ouvir, pode ser que consigamos chegar a “bom porto” :)

08
Set19

Pessoinhas


Quando de certa forma me expus aqui no Meu Blog no Meu quanto, foi para que de algum modo pudesse alertar outras mulheres e homens que pudessem estar a passar pelo que passei.

Infelizmente, e porque vivemos num Mundo de pessoas cruéis e que gostam de falar mal gratuitamente, há quem ache que tudo não passe de um bluff.

Não desejo a ninguém o que passei, acreditem que sentir-me à beira do abismo, de não ser capaz de desempenhar as minhas funções e mais importante de tudo, cuidar e criar o Meu Filho, foi o que me fez pedir ajuda.

Já aqui falei de alguns dos sintomas que me levaram à médica, e acreditem que muitas foram as mensagens que recebi, e é com pena que constato que se sentem tão desamparadas como Eu.

O Burnout termo anglo-saxónico ou Depressão em português, é grave, são muitas as recomendações médicas para a contrariar, não nos podemos afastar dos amigos, não nos devemos fechar em casa, devemos se possível arranjar uma outra ocupação que nos leve a deixar de pensar no que nos levou ao estado em que encontramos, o exercício físico é fundamental para o corpo e mente.

Apontar o dedo é sempre o caminho mais fácil, calçar os sapatos dos outros e colocarmos-nos no seu lugar e pensar que o mais correcto seria uma palavra de força e coragem…mas não, o caminho mais fácil é apontar o dedo porque se publica uma fotografia aqui e ali, com uma ou outra pessoa.

Nunca dei uma baixa fraudulenta, nunca dei uma baixa para ir a um Festival de Verão, será que quem fala nunca o fez?

Nunca julguem os outros sem saber o verdadeiro motivo.

Procurem informação.

Não falem das pessoas sem as conhecer.

E se quiserem, sabem como podem falar directamente comigo, estarei sempre aqui para vos ouvir.

Cuidado com os telhados de vidro!

 

Fica aqui um link para que se informem um bocadinho, afinal o saber não faz mal a ninguém.

https://www.clinicadamente.com/burnout/

07
Set19

As novas caras da FaceModels


Pois é, hoje foi Dia da Final do Concurso Face Models of the Year 2019 www.facemodels.pt/ , e como sempre nada foi deixado de acaso. O espaço magnífico no RoofTop do Hotel Júpiter www.jupiterlisboahotel.com/pt/ , a organização e recepção como sempre nos têm vindo a habituar, e caras bonitas como não podiam faltar.

De 20 candidatos, 10 manequins masculinos e 10 manequins femininas, a escolha não deve ter sido nada fácil para os jurados, mas a decisão foi a esperada, pelo menos por mim desde o início.

A Patrícia Santos, não queria acreditar, super nervosa, já o Rafael Mayers mostrou desde o início muita confiança e seguro de si. 

Para além da Final do Concurso, foram ainda apresentadas as novas contratações de 2019, e posso dizer-vos que são todos maravilhosos.

A equipa da  www.facemodels.pt está de Parabéns!

 

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06
Set19

E agora...


No meio deste turbilhão todo, a vontade de sair da cidade era maior do que tudo, mas com filho em idade escolar até final de Junho, só se proporcionou em Julho.

Refugiei-me 8 dias na casa de um Amigo em Vila Nova de Milfontes, onde o tempo corre devagar, pouco há para fazer para além de aproveitar as fantásticas praias da Costa Vicentina, comer bem(pão alentejano com manteiga lol) e dormir, sem horários, deitava-me às 22:30.

Ainda com medicação para dormir, deitava-me sem pensar em despertador, sem a obrigação que tocava todos os dias às 7:15 durante a semana para levar o Pequeno ao colégio. Mas ali não, não tinha horários para nada, nada mesmo, só aproveitar os dias sem as rotinas da cidade.

Regressei mais leve, com as energias carregadas cheia de ideias para pôr em prática a nível profissional.

Por cá os problemas mantinham-se, pai doente, mãe que o acompanha a 1000%, num período pós operatório que o deixou, infelizmente, sem mobilidade. Um longo caminho nos espera pela frente, toda a recuperação com muita fisioterapia e força de vontade.

No meio disto tudo, as aulas vão começar, tudo vai voltar à rotina, com uma diferença, não terei a disponibilidade dos meus pilares para serem o meu apoio e do meu filho como sempre foram até agora. Sempre que Eu não estava por questões profissionais, eram eles que o levavam ao colégio, mas agora tudo mudou, a minha vida terá de ser toda adaptada para esta nova realidade. 

Será que vou conseguir?

Será que vou voltar a recuperar do distúrbio de sono?

Como será que vou gerir isto tudo?

04
Set19

...Burnout...


...

A medicação nestes casos, é fortíssima e são bastantes os efeitos secundários, no meu caso o aumento de peso, é o que mais me incomoda. Se durante um período quis acreditar que era uma consequência para recuperar, hoje já não vejo assim.

Sempre fui muito crítica em relação ao meu corpo, talvez porque tenha sempre praticado desporto, e agora o meu reflexo não é aquele com que me identifico.

Já disse uma vez que nunca gostei dos meus braços, são largos e isso não me deixa confortável, nunca tive a dita "thigh gap", o espaço entre as coxas, antes pelo contrário, mas sempre aceitei. Aos olhos das outras pessoas somos sempre "magras", "fininhas", mas a verdade é que o meu reflexo é o mais importante para mim, para me sentir bem e mais confiante. Talvez seja uma fragilidade, mas é a verdade. Sempre fui uma "falsa magra"!

Quando não gosto tento melhorar, com exercício físico e tratamentos de estética, importante para mim é saber que estou a cuidar de mim.

Neste momento, e neste processo todo, tive um aumento de 10kg, para mim é muito, o suficiente para nem sequer conseguir vestir um bikini, a escolha deste verão e ainda bem que é tendência, foi o fato de banho, mais decotado ou menos tenho é de gostar de me ver com ele.

Desde Junho que me inscrevi no E-Fit da Isabel Silva, associa o treino à electroestimulação, e faz toda a diferença, a retenção de líquidos melhorou bastante, e claro lentamente recupero as minhas corridas, sempre step by step.

Sabem o que é querer vestir uma saia ou umas calças que adoramos e não apertar?!?!?!

Uma t-shirt ou uma camisa e o mesmo drama?!?!?!

Pois...

Passei de um S para um L, e ainda bem que o oversized está na moda, assim consigo contornar esta questão.

Não é fácil aceitar, mas recuperar neste momento é o foco.

Procurei ajuda com um Endocrinologista, fiz análises a tudo e estou a ser acompanhada dentro dos valores apresentados, regular e estabilizar o organismo é neste momento o mais importante.

Se tivesse que vestir a farda de trabalho neste momento, nada me servia, nada, e isso é para mim um constrangimento, mesmo.

Por agora segue a dieta, o tratamento e o foco para recuperar.

...

30
Ago19

...BurnouT...


...

Sou Mãe, Mulher, trabalho, e no meio disto tudo temos sempre tendência a esquecermo-nos de nós. Não o fazemos voluntáriamente, mas como Eu há tantas outras Mulheres na mesma posição. Somos Mãe e Pai e acabamos por nos esquecer de nós, os filhos surgem sempre em primeiro plano, afinal é para eles que vivemos e trabalhamos para lhes darmos o melhor que pudermos, e esquecemo-nos completamente de viver uma vida nossa, sair, jantar fora e estar mais tempo com os Amigos. Faz toda a diferença, para que consigamos levar as coisas para a frente, temos de nos dár mais e conhecer novas pessoas, assim me diz a minha Psiquiatra.

A verdade, é que numa profissão como a minha, as folgas(48H) acabam por ser dedicadas à familia, e lá se vai a Vida própria, raramente podemos estar presentes em reuniões/jantares de amigos, muitas das datas importantes acabam por nos passar ao lado porque não estamos, e nem sempre nos concedem folgas quando pedidas.

Em 9 anos de maternidade, foram poucas as vezes que consegui ficar fora de casa depois da 1 da manhã, e no dia seguinte já estava perto do meu filho, a opção de ser mãe foi minha, e sou eu a responsável por ele, levá-lo ao colegio faz parte da minha condição.

Tudo somado, há um momento em que quebramos, e foi isso mesmo que me aconteceu.

Durante estes quase 9 meses, o facto de ocupar a cabeça com outras actividades confesso que me ajudou bastante, por momentos conseguia abstrair-me realmente da minha profissão. 

Nos primeiros 5 meses, passar junto do aeroporto era insuportável, começava logo com espasmos abdominais e a hiperventilar, um tormeto.

Foram muitas as vezes em que a Psiquiatra me perguntou se estava com vontade de voltar, e eu fui perentória "Não".

Confesso que em muitos momentos tive vontade de apresentar a demissão, cansada da rotina e do sistema implementado, mas...

Mas, porque não começar de novo, porque temos sempre tanto medo de arriscar, porque é que havemos de viver prisioneiros de um sistema com o qual deixamos de nos identificar???

São tantas as dúvidas, mas uma coisa é cada vez mais clara.

A Família para mim vem em primeiro plano, o Meu Filho e os Meus Pais. Quero estar presente nos momentos importantes do seu crescimento e nas suas vitórias e nas suas quedas, quero poder sentar-me e falar com ele todos os dias, jantar e deitá-lo, quero aproveitar ao máximo os meus pais na doença e no tempo que ainda nos fazem cmpanhia, por mim seriam eternos, mas todos sabemos que não é assim. Por tudo isto penso muito, não consigo desligar o circuito e dormir, não fosse a medicação e não pregaria olho, e não é isto que quero. Não quero ser escrava de medicação para o resto da minha vida.

...

 

29
Ago19

...BurnouT


O tempo foi passando...

Nem todos os amigos e amigas sabiam exactamente porque razão não estava a trabalhar, muitos até nem se aperceberam, também porque muitos estão ligados à mesma área e numa empresa tão grande as coisas acabam por passar ao lado.

Fui ocupando o meu tempo entre ajudar uma amiga a iniciar uma nova etapa da vida dela, e entre trabalhos de Styling, formação que completei em 2018.

As consultas de psiquiatria/psicoterapia, acompanhavam-me todas as semanas, esse era o meu dia alto. Nesse dia não estava para ninguém. Depois da nossa conversa, sentia-me esgotada só queria ficar calada e interiorizar tudo.

Pelo meio, existe toda uma família, uns Pais fabulosos que me apoiaram em todos os momentos, mas que até com eles foi difícil assumir o que se passava. Talvez porque não lhes quisesse passar a preocupação comigo, uma vez que na idade deles já acarretam com as doenças de uma vida toda.

Em Março e por iniciativa própria, sim porque da parte da Empresa sinto que tenho tido apoio "zero", fui à UCS, a unidade de cuidados de Saúde que nos serve na empresa, e fui conversar com a médica com quem sinto mais afinidade e de certo modo sinto que nos escuta mais e mais sensível a estes sintomas de uma profissão como esta.

Confesso que o entrar lá passados 4 meses de baixa médica e saber que me podia cruzar com colegas, que as perguntas surgissem e que não me sentia ainda confortável para falar da doença, me custou muito. Entrei a olhar para o chão, e acho que não olhei de frente para ninguém, não me sentia confortável. Mesmo a médica me questionou, porque razão não tinha pedido ajuda directamente na UCS, mas como lhe disse "para me receitarem indutores de sono e baixa de 3 dias...não era a solução".

Ouviu-me e percebeu perfeitamente tudo o que lhe contei, ficou do meu lado e disponibilizou-se para o que fosse preciso, mas disse-me logo, para primeiro cuidar de mim e só depois então pensar em regressar, porque acima de tudo para as empresas somos apenas "números" e devemos sempre colocar-nos em primeiro plano pela nossa família, o resto depois logo se vê.

É este tipo de apoio médico que todos merecemos, alguém que nos oiça sem que pense em nós como máquinas. No entanto para a SS estamos sempre aptos, quer consigamos dormir ou não, "dorme durante o dia para recuperar" como me foi dito, "está há 124 dias sem trabalhar, tem de retomar a sua actividade profissional" sem se quer se preocuparem se a medicação é impeditiva do voo, não podemos é dar despesa.

Enfim...

O tempo foi passando e cheguei aos 44 anos em Maio.

Como não tinho comemorado os meus 40, resolvido fazê-lo agora.

Reuni os meus amigos mais próximos e aqueles que sei que estão sempre diponíveis para mim nem que seja para me ouvirem berrar e fui comemorar. Nesse dia, e muitos dos que falavam comigo durante este período não sabiam o que se estava a passar, e nesse dia souberam.

Porquê? Porque sou assim, raramente falo de assuntos mais Meus. Considero-me uma óptima ouvinte e conselheira para os meus amigos e familiares, mas falar de mim ás vezes custa muito.

...

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